sábado, 29 de março de 2014

Paris - From the University Culture of Peace to the Celestial Harmony Gardens / Paris – De la Culture Universitaire de la Paix aux Jardins de l’Harmonie Celestial / Paris – Da Cultura Universitária da Paz aos Jardins da Harmonia Celestial


 
  Paths we walk, looking for a picture.
  Picture we wanted different. Difference which traduce that feeling. Feeling of crossing in a short space with the rest of the world.
  An indifferent world to the picture we wanted different.
  We walked along paths made of peace. Here there are no differences among humais that we are. Paths that lead us to a sunset that does not belong here.
  Gardens of hope in a world that wants to be equal.
  Gardens where different worlds crossed only for the pleasure of being present.
  Peace and Harmony where we walk for a picture.
  Picture we wanted different.

  Chemins où nous marchons en quête d'une image.
  Image que l'on voulait différente. Image capable de traduire un sentiment, sentiment de traverser un court espace avec le reste du monde.
  Monde indifférent à l'image que l'on voulait différente.
  Et nous marchons le long de chemins faits de paix. Ici il n'y a pas de différence entre les humains que nous sommes. Chemins qui nous conduisent à un coucher de soleil qui n'appartient pas ici.
  Jardins d'esperance dans un monde qui veut l'égalité.
  Jardins où plusieurs mondes se croisent seulement pour le plaisir d'être présent.
  Paix et Harmonie quand nous marchons pour une image.
  Image que l'on voulait différente.

  Caminhos por onde caminhamos à procura de uma imagem.
  Imagem que queríamos diferente. Que traduzisse sentimento. O sentimento de nos cruzarmos num curto espaço com o resto do mundo.
  Um mundo indiferente à imagem que queríamos diferente.
  E caminhamos por caminhos feitos de paz. Aqui não existem diferenças entre os humanos que somos. Caminhos que nos conduzem a um por de sol que não pertence aqui.
  Jardins de experança num mundo que se quer igual.
  Jardins onde se cruzam diversos mundos somente pelo prazer de estar presente.
  Paz e Harmonia por onde caminhamos por uma imagem.
  Imagem que queríamos diferente.

Luís Reina
(Texto escrito de acordo com a antiga ortografia)

 
 
Norway House (University International City) - Paris / Maison de la Norvege (Cité International Universitaire) - Paris / Casa da Noruega (Cidade Internacional Universitária) - Paris
India House (University International City) - Paris / Maison de L'Inde (Cité International Universitaire) - Paris / Casa da India (Cidade Internacional Universitária) - Paris
Marroco House (University International City - Reflex of Boulevard Jourdain) - Paris / Maison du Marroc (Cité International Universitaire - Reflet du Boulevard Jourdain) - Paris / Casa de Marrocos (Cidade Internacional Universitária - Reflexo do Boulevard Jourdain) - Paris
University International City Gardens - Paris / Jardins de la Cité International Universitaire - Paris / Jardins da Cidade Internacional Universitária - Paris  
Montsouris Gardens - Paris / Parc Monsouris - Paris / Parque Montsouris - Paris 
 

University City Street - Paris / Rue de la Cité Universitaire - Paris / Rua da Cidade Universitária - Paris 
Portuguese Parish Church (detail) - Gentilly / Église Paroissiale des Portugais (détail) - Gentilly / Igreja Paroquial dos Portugueses (pormenor)
 
 

 
International House (University International City) - Paris / Maison International (Cité International Universitaire) - Paris / Casa Internacional (Cidade Internacional Universitária) - Paris
 
 
Sunset in the University International City - Paris / Coucher du soleil dans la Cité International Universitaire - Paris / Por de Sol na Cidade Internacional Universitária - Paris
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 23 de março de 2014

A Portuguese House Surely .. / Une Maison Portuguese Assurément.../ Uma Casa Portuguesa Concerteza...



 We walked through red malls, lined with gardens transformed into worlds of dreams. Teenage dreams of hope.
 We headed to the longing for a sung fado and the host of a house that is also ours.
 It has been simply Casa de Portugal, today was renamed André de Gouveia Residence, yet continues to have our colors. It continues speaking the language of Camões.
 This was the place that welcomed us with open arms in Paris.
 This was the place that killed us the longing of a garden left in the Carnival revelry.

 Nous avons traversé le boulevard rouge, bordée de jardins de mondes transformées dans jeunes rêves d'espoir.
 A la nostalgie d'un fado chanté, nous nous sommes dirigés vers une maison dont nous étions les hôtes mais qui est aussi la nôtre.
 C'est bien sûr la Maison du Portugal, aujourd'hui rebaptisée Résidence  André de Gouveia, où nos couleurs continue toujours  représentées et la langue de Camões toujours parlée.
 Ce lieu nous a accueillis à bras ouverts a Paris.
 C'était l'endroit qui nous a tué le désir d'un jardin laissé à les réjouissances du Carnaval.

 Caminhamos por alamedas rubras, ladeadas de jardins de mundos transformados em sonhos. Sonhos jovens de esperança. 
 Rumamos à saudade de um fado cantado e ao acolhimento de uma casa que também é nossa.
 Já foi simplesmente Casa de Portugal, hoje foi rebatizada de Residência André de Gouveia, contudo continua a ter as nossas cores. Aqui se continua a falar a língua de Camões.
 Este foi o local que nos recebeu de braços abertos em Paris.
 Este foi o local que nos matou as saudades de um jardim que deixamos em folias de Entrudo.

 Luís Reina

House of Portugal (International University City) - Paris / Maison du Portugal (Cité Internationale Universitaire) -Paris / Casa de Portugal (Cidade Internaciobal Universitária) - Paris


House of Portugal (Cicero Lee Jazz Quartet - Opening Day of Project Se7e) - Paris / Maison du Portugal (Quator de Jazz Cicero Lee - Vernissage Project Se7e) -Paris / Casa de Portugal (Quarteto de Jazz Cicero Lee - Inauguração do Projecto Se7e) - Paris 








quarta-feira, 19 de março de 2014

Henrique Zorzan - The Photographer / Henrique Zorzan - O Fotógrafo

 
  Born between the sea and samba in the grace year of 1980.
  The colors and the music of his home country - Brazil, influenced him the passion he feels for photographic art.
  He came to Portugal in 2002, which immediately adopted as his home country.
  I met him on a trip to Spain, quiet and shy at first, immediately turned out to be as a   South American Latin.
  Always fell in love by landscape photography. His inspirational source is the photographer Ansel Adams.
  Like cinema, music, as Brazilian he is, but mainly the family.
  This is the possible photographic portrait of Henrique Zorzan - the Photographer in focus this year on my blog.
 
 
 Nasceu entre o mar e o samba no ano da graça de 1980.
 As cores e a musicalidade do seu país natal - Brasil, influenciaram-no na paixão que sente pela arte fotográfica.
 Vem para Portugal em 2002, que adoptou desde logo como a sua casa.
 Conheci-o numa ida a Espanha, calado e timido no inicio, desde logo acabou por se revelar como um latino sul americano.
 Apaixonou-se desde sempre pela fotografia de paisagem tendo como fonte inspiradora o fotografo Ansel Adams.
 Gosta de cinema, música como brasileiro que é, mas essencialmente da familia.
 Este é o retrato fotográfico possivel de Henrique Zorzan - o Fotografo em foco este ano no meu blog
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Luís Reina
 


domingo, 2 de março de 2014

Traditional Japanese Painting - The End. Flowers and Grapes - Color Paiting / A Pintura Tradicional Japonesa - o Fim. Flores e Uvas - A Pintura a Cores

 
 The workshop ended with a foray into painting colors.
 Once again the nature and its elements - Oriental Flowers and Grapes.
 Here are some pictures of three-hour course.
 Enjoy.
 
 O workshop acabou com uma incursão na pintura a cores.
 Uma vez mais a natureza e os seus elementos - Flores Orientais e Uvas.
 Aqui ficam algumas imagens de mais três horas de curso.
 Apreciem.
 
 Luís Reina
 
Japanese Flowers II / Flores Japonesas II
(Esquisso Paper Painting / Pintura s/ Papel Esquisso)
Japanese Flowers III / Flores Japonesas III 
(Esquisso Paper Painting / Pintura s/ Papel Esquisso)
Japanese Flowers VII / Flores Japonesas VII
(Rice Paper Painting / Pintura s/ Papel de Arroz)
Grapes I / Uvas I 
(Esquisso Paper Painting / Pintura s/ Papel Esquisso)
Grapes II / Uvas II
(Rice Paper Painting / Pintura s/ Papel de Arroz)
Grapes III / Uvas III
(Rice Paper Painting / Pintura s/ Papel de Arroz)
 
 
 
 
 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Project Sep7 - L'Exposition / Projecto Se7e - A Exposição - Paris


 Il manque une semaine pour la vernissage du Project Artistic Sept à Paris.
 6 Mars à La Maison du Portugal dans la Cite International Universitaire de Paris à 19h, avec une participation especial du Quatuor de Jazz Cicero Lee.
 Ne manques pas.
 Ici commence la tournee pour Sep7 pays.

 Falta uma semana para a inauguração do Projecto Artístico Se7e em Paris.
 6 de Março na Casa de Portugal na Cidade Internacional Universitária de Paris, às 19h, com o convidado especial Cicero Lee.
 Não faltem
 Aqui começa a viagem por Se7e paises.


domingo, 23 de fevereiro de 2014

Traditional Japanese Painting - the Beginning. Bamboos - Black and White / A Pintura Tradicional Japonesa - o Início. Bambus - A Preto e Branco


  According to the teacher of the workshop of Traditional Japanese Painting - Itsuyo Terumoto "Japanese painting is available to be executed."

   Aesthetic painting.
   Harmony, lightness and simplicity, performed by subtle movements through the total relaxation of the whole arm, essentially wrist.
   Painting taken stringent standards.
   Like everything in lifewe start this ancient artwith the basics. And here. the basic has one name - bamboo. Asian plant, already photographed several times by me, was even the subject of a watercolor.
   Here are the pictures of the early work.
   Work that gave me enormous pleasure to perform and hopefully constitute a visual delight for anyone to see them.


  Segundo a formadora do workshop de pintura tradicional japonesa - Itsuyo Terumoto "a pintura japonesa é acessível de ser executada".
  Pintura que previligia a estética.
  Harmonia, leveza e simplicidade, executada por movimentos subtis através do relaxamento total de todo o braço, essencialmente do pulso.
  Pintura feita de normas rigorosas.
  Nesta arte milenar, e, como tudo na vida, começamos pelo básico. E aqui o básico tem um só nome bambu. Planta asiática que já fotografei por diversas vezes e que inclusivé foi alvo de uma aguarela.
  Aqui ficam as imagens dos primeiros trabalhos.
  Obras que me deram um enorme prazer realizar e que espero constituam uma delícia visual para quem as ver.


Luís Reina


Bamboos I / Bambus I
Bamboos II / Bambus II 
Bamboos III/ Bambus III
Bamboos IV / Bambus IV 
Bamboos VI / Bambus VI 
Bamboos VII / Bambus VII 
Bamboos VIII / Bambus VIII





Acrescenta um Ponto ao Conto - O Livro


 2013 foi o ano que abracei publicamente uma nova arte - a escrita.
 Comecei com um artigo mensal no jornal on-line - Etc e Tal. Escrita de viagem. Escrita sobre algum do Património Mundial por mim visitado ao longo dos anos. Artigo inserido na rúbrica Diário de Bordo e que tem continuação em 2014, desta feita com o diário da minha viagem a esse país do extremo oriente que se chama - Coreia do Sul.
 Ainda em 2013 sou incentivado pelo meu amigo e escritor João Madeira a escrever para o projecto de escrita Acrescenta um Ponto ao Conto. Participo no segundo capitúlo do conto "A Morte dos Cipriotas". Em Março de 2014 é publicado o livro com o mesmo nome do projecto de escrita mencionado anteriormente. Livro onde além da minha participação como coautor de um dos contos, participo como pintor, dado que  a capa do mesmo é a imagem de uma das minhas aguarelas - "Caminho sem Fim".
 Aqui fica a foto desta publicação.

Luís Reina