domingo, 18 de novembro de 2012

Tadoussac - A Wild Quebec / Tadoussac – Um Quebec Selvagem


 1600.
 New  France.
 The French arrived at this small native village in Quebec and establish its first trading post for fur.

 The natives found here the Montagnais, nicknamed it of Totouskak , due to the existence of two rounded sand dunes west of the village.
 Very well located, as it lies at the confluence of two major Canadian waterways - rivers Saint Lawrence and Saguenay
.
 The calm and quiet of this wild beauty makes us go back a few centuries in time.

 Here, preserving the past to build the future.


 1600.
 Nova França
 Os Franceses aportam nesta pequena aldeia nativa do Quebec e estabeleceram aqui o seu primeiro entreposto comercial de peles.
 Os nativos que aqui encontraram - Montagnais, apelidavam-na de Totouskak, devido à existência de duas dunas de areia arredondadas a ocidente da aldeia.
 Muito bem localizada, já que fica na confluência de duas importantes vias maritimas Canadenses - os rios S. Lourenço e Saguenay.
 A calma e a tranquilidade desta beleza selvagem, faz-nos recuar alguns séculos no tempo.
 Aqui se preserva o passado para construir o futuro.

Luís Reina
(texto de acordo com a antiga ortografia)
 


Window / Janela
New Parish Church (detail) / Nova Igreja Paroquial (pormenor)

Old Chapel (detail) - exterior / Antiga Capela (pormenor) - exterior
Old Chapel (interior) / Antiga Capela (interior)
Trading Post of Pierre Chauvin - Window / Entreposto de Pierre Chauvin (Local Histórico do Quebec) - Janela
 CIMM - Center of Marine Mammal Interpretation (detail) / Museu Baleeiro - Centro de Interpretação das Baleias (pormenor)
CIMM - Center of Marine Mammal Interpretation (interior) / Museu Baleeiro - Centro de Interpretação das Baleias (Interior)
Tadoussac Hotel / Hotel Tadoussac

Tadoussac Seaport / Porto de Tadoussac












sábado, 17 de novembro de 2012

Lisbon - The Nostalgia Pier / Lisboa - O Cais da Saudade


 The morning was born cold and windy, wintry up.
 Enthusiasticalli, I make the journey towards the pier.
 Pier of memories.
 Nostalgia pier.
 Solitarily, I stumble in a white cube that is loose so neglected, an already rare Portuguese Sidewalk, skillfully made for the event, which filled us with pride.
 Everything has changed.
 The cold wind pierces the clothes.
 I arrive at the destination.
 I look deeply into the gray horizon, a sea covered by a dense fog. Automatically, I am transported to the banks of the school, where we learned the exploits of people thirsting for discovering new worlds.
 Travelers who brought a smell of cinnamon and ginger, nutmeg and pepper. The glorious Portuguese time.
 Today we don't learn these immemorial made anymore.
 I enjoy the morning calm.
 In the footbridge over the water, some couples holding hands walking hurriedly, the other newer exchange wet kisses like the wheather surrounding them. Some cyclists followed by their noisily offspring, unrelated to the time it stopped. Runners and Sunday walkers in an accelerated race before the crowds join them in the surrounding green spaces. At the bottom of the wooden footbridge, another lonely man. A fisherman casts the bait in perspective and hope to succeed, a too much Portuguese life. Sections of the bridge begin to glimpse. The bridge with a Portuguese navigator name that today lies in a Monastery which belongs to a world of treasures. A world that we discovered. Bridge that connects us with other cultural identities.
 The morning begins to lighten.
 Golden rays of sun pierce the fog with difficulty. The winter sun that do not warms, in this Nostalgia Pier.

  A manhã nasceu fria e ventosa, invernosa até.
  Entusiasticamente, faço o percurso rumo ao cais.
  Cais de lembranças.
  Cais de saudade. 
  Solitariamente tropeço num cubo branco, que se solta de forma negligenciada, de uma já rara Calçada Portuguesa, habilidosamente feita para o evento, que nos encheu de orgulho.
  Tudo mudou.
  O vento gélido trespassa a roupa. Estugo a minha passada.
  Chego ao local de destino.
  Olho profundamente para o horizonte cinzento, de um mar coberto por uma densa neblina. Automaticamente, sou transportado para os bancos da escola, onde dignamente aprendíamos as façanhas de pessoas sedentas por descobrirem novos mundos.
   Viajantes que traziam um cheiro de canela e gengibre, de noz-moscada e pimenta. Um tempo português, glorioso.
   Parámos no Espaço. Parámos no Tempo.
   Hoje já pouco aprendemos desses feitos imemoriais que outros preservam religiosamente.
   Manhã calma que aproveito para desfrutar.
   No passadiço por cima da água, alguns casais de mãos dadas caminham apressadamente, outros mais novos trocam ósculos húmidos a condizer com o tempo que os rodeia. Alguns ciclistas seguidos por perto de ruidosa prole, alheios ao tempo que parou. Corredores e marchadores domingueiros numa corrida acelerada, antes que multidões se juntem nos espaços verdes circundantes.
   Ao fundo do pontão de madeira, um outro solitário. Um pescador que lança o isco na perspectiva e esperança de ter êxito, de uma vida demasiada portuguesa. Começa-se a vislumbrar secções de uma ponte que tem nome de navegador que hoje jaz num Mosteiro que pertence aos tesouros de um mundo. Um mundo que descobrimos.
  Ponte que nos liga a outras identidades culturais e a outros povos.
  A manhã começa a clarear.
  Uns dourados raios de sol que trespassam dificilmente a neblina. Um sol de Inverno que não aquece, neste Cais da Saudade.


Luís Reina

( This text had been written for the "Histórias Soltas" Project and for the exposition in AXA Seguros in Oporto. Este texto foi escrito para o Projecto "Histórias Soltas" e para a exposição na AXA Seguros no Porto, de acordo com a antiga ortografia)
 
Cable Car / Teleférico 
Sculpture - Rizoma (Antony Gormly) / Escultura - Rizoma (Antony Gormly)
Tree Trunk / Tronco
Garcia d'Orta Gardens / Jardins Garcia D'Orta 
Sculpture - Cursiva (Amy Yoes) - Escultura - Cursiva (Amy Yoes) 
Fisherman in the Footbridge / Pescador no Passadiço
Vasco da Gama Tower / Torre Vasco da Gama
Vasco da Gama Bridge / Ponte Vasco da Gama
 
 
 
 


 


 

 
 
 

Pompeii - The Reborn Phoenix / Pompeia - A Fénix Renascida



 79 AC.

  The crueltycontinued in imperial lands. The erotic pleasures of Bacchus, propagated up increasingly. The luxuries of an unequal population were growing rapidly.
  The reconstruction of the cities made
​​up quickly at the expense of blood, sweat and tears. The happiness of a minority on the one hand and the unhappiness of a majority on the other, weighed unevenly in the dishes of the balance.
  Jupiter the God of Gods disliked.
  Vulcan agreed and his fury this time was terminal.
  Hell descended to earth and destroyed completely a vast area, rich in shamelessness times of an immoral and aimless population.
  Ash, lava, incandescent matter, swiftly descended the verdant slopes of Vesuvius, covering the cities at his feet, burying forever people and animals.
  And darkness remained ... according to
Saturn.
 

Ano 79.

  O fausto cruel continuava por terras imperiais. Os eróticos prazeres de Baco, propagandeavam e propagavam-se cada vez mais. Os luxos de uma população cada vez mais desigual eram cada vez maiores.
  A reconstrução das cidades fazia-se velozmente à custa de sangue, suor e lágrimas. A felicidade de uma minoria por um lado e da infelicidade de uma maioria por outro, pesavam desigualmente nos pratos de uma balança.
  Júpiter o Deus dos Deuses não gostou.
  Vulcano concordou e a fúria desta vez foi terminal.
  O inferno desceu à Terra e destruiu completamente uma vasta área, fértil em ócios tempos de despudor, de uma população imoral e sem rumo.
  Cinzas, lava, matéria incandescente, desceram velozmente pelas escarpas verdejantes do Vesúvio, soterrando durante séculos as cidades que se espraiavam a seus pés, sepultando para todo o sempre pessoas e animais.
  E as trevas mantiveram-se … de acordo com Saturno.

Luís Reina

(This text had been written for the exposition - "As Fénix Renascidas", for D. Diogo de Sousa Museum in Braga / Texto escrito para a exposição - "As Fénix Renascidas" para o Museu D. Diogo de Sousa em Braga. Texto escrito de acordo com a antiga ortografia)
 
Basilica / Basilica 
Temple of Apollo / Templo de Apolo
Forum - Jupiter Temple / Forum - Templo de Jupiter
Diomede's House (Peristilum) / Casa de Diomede (Peristilum)
Forum Men Thermae- Painting Wall (detail) / Termas Masculinas do Forum - Fresco (pormenor)
Big Fountain House / Casa do Fontenário Grande
Fauno's House (Atrium) / Casa de Fauno (Atrium)
Pompeii's Wall / Muralha de Pompeia
Abundanza's Street (Signage's House - detail) / Rua da Abundanza (Sinalética de Casa - Pormenor)
Eumachia's Building / Edificio Eumachia
Market (Marcellum) - Low Relief (detail) / Marcellum - Baixo-Relevo (pormenor)
Market (Marcellum) / Marcellum
 

 






 
 

 

domingo, 28 de outubro de 2012

Ottawa – 1 Capital, 2 languages / Otava – 1 Capital, 2 Línguas



 Two cultures, the French and the English.
 Two provinces, Quebec and Ontario.
 Separating them a river that gave the city its name - Ottawa, Canada's capital city chosen for the great rivalry between Francophones and Anglophones.
In one of the margins of the city stands Gatineau, which can be considered an extension of the city of Quebec, but that speaks and thinks in French, on the other side of the bridge the country's capital, the urban layout English.
 Going through the city - the Rideau Canal, a recreation area that connects the capital to Kingston.  Built in the nineteenth century is now a world heritage site.
 A beautiful city, deserving an attentive timeless visit.

 Duas culturas, a francesa e a inglesa.
 Duas províncias, o Quebec e Ontário.
 A separá-las um rio que deu nome à cidade – Ottawa, escolhida para capital do Canadá, devido à grande rivalidade entre francófonos e anglófonos.
 Numa das margens a cidade de Gatineau, que se pode considerar uma extensão da cidade do Quebec, mas que fala e pensa em francês, do outro lado da ponte a capital do país, de traçado urbanístico inglês.
 A atravessar a cidade o Rideau Canal, zona de recreação e que liga a capital a Kingston. Construído no século XiX é hoje património mundial.
 Uma bonita cidade, merecedora de uma visita atenta e demorada.
 
Luís Reina
(Texto escrito de acordo com a antiga ortografia)
 
Canadian Museum of Civilization (detail) - Gatineau / Museu Canadiano das Civilizações (detalhe) - Gatineau
 
Macdonald - Cartier Bridge - Ottawa / Ponte Macdonald - Cartier - Otava
Parliament Hill - Ottawa / Colina do Parlamento - Otava
Rideau Hall Gardens - Ottawa / Jardins da Casa do Primeiro Ministro Canadense - Otava
Rideau Hall Gardens - Inuksuk (Statue Inut) - Ottawa / Jardins da Casa do Primeiro Ministro Canadense - Inuksuk (Estátua tradicional do Povo Inut - Esquimó) - Otava
Rideau Canal - Ottawa / Canal Rideau - Otava
Parliament (from Gatineau) - Ottawa / Parlamento (visto de Gatineau) - Otava
Parliament (detail) - Ottawa / Parlamento (detalhe) - Otava 
Parliament Library - Ottawa / Biblioteca do Parlamento - Otava
Parliament Library (detail) - Ottawa / Biblioteca do Parlamento (detalhe) - Otava
 
 
 
 
 
 



 

sábado, 27 de outubro de 2012

Portus Cale - A Exposição


 Cidade património mundial da UNESCO.
 Esta é a exposição que se impunha para homenagear o Porto - a minha cidade.
 E para esta homenagem uma grande sala de exposições - a Ordem dos Médicos do Norte.
 6 Artistas - João Fitas, Luís Reina, Manuel Ribeiro, Pereira Lopes, Victor Almeida e Vitor Tripologos.
 62 Olhares sobre a cidade. As suas gentes, o seu património, as suas ruas.
 Exposição patente ao público até ao dia 3 de Novembro.


La Mauricie - A Sweet Wild Taste / La Mauricie – Um Doce Sabor Selvagem


The region of La Mauricie was undoubtedly the first contact with the Canadian great natural spaces. A full sense of freedom, only previously experienced in Kenya. The perfect marriage with Mother Nature. A region with an indescribable energy.
 From the traditional sugar huts - the sweet temptation of the typical syrup, to one of the most beautiful and wild places of Quebec -
The Clear Waters’ Lake
, worth enjoy the beauty of this Canadian aboriginal area.
 
The more than deserved Warrior rest.

An area of water. Clear water, as the name of the lake. Transparent.
An Eden in the land across the sea.
 
 A região de La Mauricie foi sem dúvida o primeiro contacto com o Canadá dos grandes espaços naturais. Uma plena sensação de liberdade, só anteriormente experimentada no Quénia. O enlace perfeito com a natureza. Uma região com uma energia indescritível.
 Das tradicionais cabanas de açúcar – a doce tentação do típico xarope de ácer, a um dos mais bonitos e selvagens locais do Quebec – O Lagos das Águas Claras, vale a pena disfrutar da beleza indígena desta área Canadiana.
 O mais merecido repouso de um guerreiro viajante.
 Uma zona de muita água. Água clara como o nome do lago. Transparente.
 Um éden nesta terra do outro lado do mar.

Luís Reina
(Texto de acordo com a antiga ortografia)
 

Sugar Hut Window (detail) - Trois Riviéres / Janela da Cabana de Açucar - Trois Riviéres
Mirror (sugar hut interior) - Trois Riviéres / Espelho (interior cabana de açucar) - Trois Riviéres
Clear Waters Lake Hostel (evening) - St Alexis des Monts / Albergue Lago das Águas Claras (entardecer) - St Alexis des Monts
Clear Waters Lake (sunrise) - St Alexis des Monts / Lago das Águas Claras (pôr de sol) - St Alexis des Monts
Gardens of Clear Waters Lake Hostel - St Alexis des Monts / Jardins do Lago das Águas Claras - St Alexis des Monts
Foggy Dawn - Clear Waters Lake - St. Alexis des Monts / Amanhecer de Nevoeiro - Lago das Águas Claras - St Alexis des Monts
 
 
 
 
Clear Waters Lake (early morning) - St. Alexis des Monts / Lago das Águas Claras (manhã cedo) - St Alexis des Monts

Flower - Clear Waters Lake - St. Alexis des Monts / Flor - Lago das Águas Claras - St Alexis des Monts